
"E o que fazer
Quando não estão mais nem aí para você?
Quando seu mundo não passa de uma prisão?
E o que dizer
Quando a sua vida não é igual à da TV?
Quando as pessoas tratam mal seu coração?
(Quebre as correntes)
Prometa não chorar e não se arrepender
Não chorar...não chorar...
O que você precisar se encontra em você
Não Chorar...não chorar...
E como agir
Se mãos amigas se transformam em punhais?
E todos acham que você não é capaz?
E o que sentir
Quando até mesmo você chega a duvidar
Que ainda existe alguma chance de virar
(O jogo pra você)
Não vou deixar desmoronar
Castelos que eu construí
Com minhas mãos na areia
A vida tem de prosseguir
Prometa não chorar
E não se arrepender
Não chorar... não chorar...
O que você precisar
Se encontra em você
Não chorar... não chorar...
Prometa não chorar
E não se arrepender
Não chorar... não chorar...
O que você precisar
Se encontra em você
Não chorar... não chorar... ."
Bem, depois que eu postei aquele meu desabafo fui surpreendida com a visita de dois guardas que eu gosto muito: o Marcelo(pinto) e o pequeno Moisés. A gente conversou um pouco e não quero parecer grosseira, mas sendo, quando ele ia começar com o papo de que eu preciso ir na igreja, o Rô chegou e ainda bem que a conversa foi interrompida. Eu confio em Deus, no meu anjo da guarda, no meu marido, nem na minha médica eu consigo confiar. O que eu farei em uma igreja, ficar rindo das coisas que ouvirei e acho bobagem, não! Nem eu nem eles precisam disso, cada um na sua.
Tive uma crise nervosa, mas ainda bem que o Rô estava por perto. Vamos pelo começo:
O Ro me intimou a ir no meu irmão pois ele comprou o computador e precisava de ajuda. Tá, fiz um esforço e fui, fui até de bike.(feliz). Chegando lá, logo vi papai, que saudade, fui toda inocente atrás dele eu o amo muito e sinto o tempo que perdemos com brigas. Enfim, ele me disse que a Blana(esposa dele) está doente e eu aproveitei pra fazer uma visita, meio cara de pau, sem avisar, mas com carinho.
Fui pra casa da minha mãe e tive uma crise, tive raiva de tudo e de todos ainda bem que o Rô estava por perto e segurou a barra comigo, senão, já ia eu me cortando de novo. Choveu pra caramba e eu só pude ir embora tarde e já estava desesperada de estar fora de casa, aqui é meu aconchego, meu pedaço, minha segurança, um lugar onde ninguém pode me fazer mal. EU AMO A MINHA CASINHA!
segunda-feira, 12 de março de 2007
Um dia diferente...E uma letra de uma música que me descreve muito bem, ontem, hoje e quem sabe nunca mais!
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